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Gastos da empresa | Cofre Inteligente Saque e pague

Como separar os gastos da empresa dos gastos pessoais

Como separar os gastos da empresa dos gastos pessoais

 

Para grande parte dos pequenos e médios empreendedores a organização financeira se resume à seguinte regra: se tem dinheiro sobrando no caixa da empresa as retiradas pessoais estão liberadas, e se faltam recursos para o negócio operar é hora de tirar dinheiro do próprio bolso e investir.

Esse hábito pode parecer inofensivo, mas a verdade é que não ter uma divisão clara entre os gastos da empresa e os gastos pessoais é um erro que acaba custando caro. A prática pode impedir a empresa de crescer, gerar prejuízos e até mesmo acarretar a falência do empreendimento que você construiu com tanto suor.

A boa notícia é que, com um pouco de disciplina e conhecimento de alguns procedimentos básicos, é possível criar uma rotina financeira e ter controle total sobre os gastos pessoais e os da empresa. De repente será que não é isso que está faltando para o seu negócio ir ainda mais longe?

 

Gastos pessoais x Gastos empresas: por que separar?

 

– Com a separação das despesas é possível avaliar com clareza qual é o lucro real da empresa e o resultado de cada investimento realizado. Também fica mais fácil fazer projeções, identificar setores de destaque e avaliar todos os aspectos do negócio.

– Do ponto de vista pessoal, você consegue ter mais controle sobre os seus gastos e adequar o seu custo de vida à situação financeira atual.

 

5 dicas para fazer a separação das despesas

 

1) Faça um levantamento

Sabe aquela ideia de colocar tudo na ponta do lápis? Pois é por aí que você deve começar. Monte duas planilhas distintas, anote em uma os gastos pessoais e na outra os da empresa. Consulte os extratos bancários dos último mês e identifique despesa por despesa. Aproveite o momento e providencie também a abertura de uma conta corrente para pessoa jurídica, caso a sua empresa ainda não possua uma.

2) Tenha um salário fixo

Quando a lista de despesas da pessoa jurídica estiver quase concluída é hora de adicionar também o valor do seu salário. É isso mesmo, o ideal é que você tenha uma remuneração mensal fixa, o que evita que todo o lucro da empresa seja retirado, inviabilizando futuros investimentos. Uma maneira prática para chegar ao valor ideal é imaginar quanto você pagaria se fosse contratar alguém para a sua função.

3) Faça reservas mensais

Se o seu negócio possui uma reserva financeira, não será preciso colocar dinheiro do próprio bolso quando houver necessidade de novos investimentos ou de aumento de capital de giro, por exemplo. Da mesma forma, se você possui uma reserva pessoal, não precisa tirar dinheiro do caixa da empresa quando tiver imprevistos no orçamento.

4) Informe-se sobre produtos corporativos

Sabia que existe uma série de serviços feitos sob medida para a pessoa jurídica, e que costumam sair mais em conta do que os disponíveis para pessoas físicas? Vale a pena dar uma pesquisada em planos corporativos para celular, internet e até mesmo se informar no banco sobre as linhas diferenciadas de crédito para pessoa jurídica.

5) Não tenho medo de adotar novas soluções

A organização financeira às vezes pode parecer um pouco complicada. Por isso, talvez seja a hora de dar uma chance para novas soluções tecnológicas que ajudam nessa tarefa. Do ponto de vista das finanças pessoais, os aplicativos para celular são ótimos aliados no controle dos gastos. Já para as finanças da empresa, os softwares de gestão de fluxo de caixa e os cofres inteligentes são alternativas de fácil operação e que otimizam processos.